A madereira di madeira contribui como desenvolvimento sustentavel e a ecologia do brasil com a ong canto vivo que vende plantas, arvores, sementes e mudas, junto com produtos sustentaveis ou produtos ecologicos e assim financiar os projetos ambientais do instituto como aula de educaçao ambiental, reciclagem, reflorestamento, distribuiçao de sementes.
O shopping Ferreira Costa que contribui como desenvolvimento sustentavel dando uma loja para que a ong de ecologia do brasil canto vivo possa vender plantas, arvores, sementes e mudas, junto com produtos sustentaveis ou produtos ecologicos e assim financiar os projetos ambientais do instituto
Azul o club contribui como desenvolvimento sustentavel e a ecologia do brasil com a ong canto vivo que vende plantas, arvores, sementes e mudas, junto com produtos sustentaveis ou produtos ecologicos e assim financiar os projetos ambientais do instituto como aula de educaçao ambiental, reciclagem, reflorestamento, distribuiçao de sementes. de beneficios
J&A assesoria contábil contribui como desenvolvimento sustentavel e a ecologia do brasil com a ong canto vivo que vende plantas, arvores, sementes e mudas, junto com produtos sustentaveis ou produtos ecologicos e assim financiar os projetos ambientais do instituto como aula de educaçao ambiental, reciclagem, reflorestamento, distribuiçao de sementes.
As lojas de apple IPlace do Brasil sao ecologistas porque sao parceiras da Canto Vivo doando recursos pela venda de roupa para financiar projetos ecológicos como educaçao ambiental, aulas de reciclagem, ditribuiçao de sementes, plantio de mudas para reflorestamento da mata atlántica, a amazonia e as cidades verdes do brasil
A Marca de roupa ecologica Cantao é parceira da Canto Vivo doando recursos pela venda de roupa para financiar projetos ecológicos como educaçao ambiental, aulas de reciclagem, ditribuiçao de sementes, plantio de mudas para reflorestamento da mata atlántica, a amazonia e as cidades verdes do brasil
Cruz Vermelha do Brasil contribui como desenvolvimento sustentavel com a ong de ecologia do brasil canto vivo possa vender plantas, arvores, sementes e mudas, junto com produtos sustentaveis ou produtos ecologicos e assim financiar os projetos ambientais do instituto. Eles dao tambem voluntarios do seu programa de vountariado
shopping jardins que contribui como desenvolvimento sustentavel dando uma loja para que a ong de ecologia do brasil canto vivo possa vender plantas, arvores, sementes e mudas, junto com produtos sustentaveis ou produtos ecologicos e assim financiar os projetos ambientais do instituto
Please reload

Posts Recentes

Instituto Canto Vivo realiza Feira de Adoção em Aracaju

July 3, 2019

1/5
Please reload

Posts Em Destaque

Ato em Defesa das Águas chama atenção para o tratamento do esgoto em Sergipe

March 26, 2015

​No último domingo, 22 de março, Dia Mundial da Água, o Instituto Canto Vivo, a ONG ELAN e o Movimento Meu Papagaio realizaram o I Ato em Defesa das Águas. A ação ocorrida no Parque da Sementeira (Governador Augusto Franco), em Aracaju, mobilizou um grupo de ambientalistas em abraço simbólico aos lagos do parque. A intenção dos organizadores foi chamar a atenção da sociedade e do governo estadual, através da Companhia de Saneamento de Sergipe – DESO, para o problema do não tratamento dos esgotos doméstico lançados em lagoas, lagos, rios e mares de todo o estado.

 

 

Após o gesto simbólico do abraço à lagoa, os manifestantes circularam pelo parque com cartazes e entoando palavras de ordem em defesa dos recursos hídricos, cobrando a ação dos gestores públicos para reverter o atual quadro de degradação. O Ato em Defesa das Águas integra uma ação movida pelas três ONGs no Ministério Público Estadual, reivindicando o tratamento de todo o esgoto doméstico produzido em Sergipe.​

 

 

Atualmente a DESO cobra um percentual de 80% a 100% sobre o consumo de água referente à taxa de esgoto, recurso que não é revertido no tratamento dos efluentes líquidos. Segundo informações da própria DESO, somente em Aracaju, 70% do esgoto doméstico é lançado na natureza sem tratamento.

 

Participando da manifestação, a funcionária pública Vaneide Dias, se vê preocupada com a degradação que afeta os recursos hídricos do estado. “Hoje a empresa DESO não realiza nem cinquenta por cento do tratamento de esgoto. Esse ato visa denunciar isso à população e chamar a atenção do poder público para um problema que afeta a nossa vida, porque interfere nos nossos rios, lagoas e toda a questão ambiental da cidade de Aracaju”, aponta.

 

Em busca de conhecer um pouco mais sobre o trabalho do Instituto Canto Vivo, a estudante Elysandra de Jesus Santos levantou seu cartaz em defesa das águas. “A natureza é um coisa que eu gosto, é um presente de Deus para nós, infelizmente os seres humanos ainda prejudicam bastante uma coisa que é nossa. Vejo a poluição das águas como uma covardia, já que precisamos da água para sobreviver e, fazendo isso, estamos prejudicando a todos”, afirma.

 

​Para a diretora do Canto Vivo, Cristiane Nogueira, a busca de soluções para os problemas ambientais depende da participação da sociedade. “A gente sabe que o problema da água e do esgoto é uma questão muito importante, mas as pessoas teimam em se calar e serem coniventes com a situação. Pagamos pelo serviço de tratamento de esgoto e é necessário que a gente cobre. Como o governo não está fazendo a parte dele, então a sociedade tem que estar atenta”, enfatiza.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Segundo Diego Bragança do Movimento Meu Papagaio, a preservação dos recursos hídricos também deve se valer de comportamentos individuais assentes no uso consciente da água. Ele identifica que a ação individual deve estar associada a uma postura crítica sobre o papel do poder público.

 

“A questão ambiental é uma responsabilidade que também é nossa, cabe a nós, enquanto cidadãos, fiscalizar as ações dos nossos governantes. Atualmente, em Aracaju, grandes empresas e construtoras realizam o despejo do esgoto em rios, lagos, lagoas e no mar de forma irregular, contando com a conivência dos poderes públicos”. Diego ainda relembra o recente descaso da Prefeitura de Aracaju que realizou o aterramento de uma área de mangue, localizada na Avenida Beira Mar, Bairro 13 de Julho, sem considerar o impacto ambiental provocado pela obra.

 

 

 

 

 

 

 

 

Share on Facebook
Share on Twitter
Please reload

Siga